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sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Projeto de lei no Irã propõe chicotadas a donos de cachorros.


Voluntários em abrigo para animais de Hashtgerd, no Irã
Fotos - Behrouz Mehri/AFP

Com a popularização dos cães como animais domésticos o cerco dos fundamentalistas vem aumentando no sentido de tentar impedir que a sociedade iraniana adquira o hábito de possuir ou mesmo proteger pets, e os trate com o carinho e respeito que merecem.
Quem quiser entender mais sobre o tema e tomar consciência de qual o tratamento normalmente dado aos cães em países de domínio islâmico, sugerimos que leiam o livro de Bagdá com muito amor - Melinda Duarte, Jay Kopelman sobre a história linda de Lava um cachorro que um soldado faz de tudo para salvá-la do inferno da guerra no Iraque.
EsquadrãoPet


UOL, em São Paulo
06/11/2014

Deputados do Irã encaminharam um projeto de lei no qual propõem tornar crime manter cães como animais de estimação ou caminhadas em público com os bichos. Os infratores estariam sujeitos a 74 chicotadas ou uma multa.
De acordo com o jornal iraniano "Shargh" desta quinta (6), 32 membros do parlamento --a maioria da ala conservadora do país-- apresentaram a proposta para votação no Legislativo.

Iranianos aguardam consulta no hospital veterinário. Fotos Behrouz Mehri/AFP
Se o o Majlis (parlamento iraniano) aprovar o projeto, a multa estipulada seria de um a 10 milhões de tomans --unidade de medida monetária do Irã, equivalente a 10 rials, a moeda do país. Isso corresponde a cerca de R$ 9,5 mil.
"Andar a pé e brincar com animais, como cães e macacos ao ar livre e em locais públicos são prejudiciais para a saúde e a paz de outras pessoas, especialmente crianças e mulheres, e são contra a nossa cultura islâmica", diz o projeto de lei. Forças policiais iranianas, caçadores licenciados, agricultores e pastores estão isentos da punição, de acordo com a proposta.
De acordo com o costume islâmico, os cães são considerados animais impuros.
A chamada polícia da moralidade do Irã, que atua em locais públicos, reprime os donos de cães, alertando os donos ou ameaçando confiscar os animais. Mas a tendência de cuidar de cachorros têm crescido no país, sobretudo entre as classes média e alta urbanas em grandes cidades. A ala conservadora do país tem se mostrado preocupada com o hábito, interpretado como um avanço da "invasão cultural" do Ocidente.

Fonte:
http://goo.gl/oX1sUj




quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Steven Tyler/Aerosmith pede proibição do confinamento de animais