quinta-feira, 24 de julho de 2014

Emocionante resgate de gatinhos feito por bombeiros em Ohio/EUA.



Acionados por um chamado de uma criança, bombeiros de uma cidade do estado de Ohio/EUA realizam um emocionante e delicado resgate de gatinhos em uma rede de tubulações de esgoto. Homens acostumados a combater incendios, atuar em tragédias e acidentes que demonstram respeito e amor por pequenos animais. Muito bonito de se ver cenas como essas.

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Choque. Vida que se transforma em bife. Texto de Sonia T. Felipe


"Quanto crueldade você pode engolir?" frase utilizada em protesto na Espanha/AnimaNaturalis
Choca-me a vida que o animal foi forçado a levar, em galpões, currais e baias fedorentas, tendo que permanecer o tempo todo, comer, defecar, urinar, descansar e dormir, em contato com centenas ou milhares de outros indivíduos que não fariam parte do grupo ao qual esse animal teria se afeiçoado caso estivesse vivendo livre.
Choca-me o processo de captura desses animais (frangos, perus, porcos, ovelhas, cabras, vacas, cães, cavalos e peixes) na hora de colocá-los nos caminhões e barcos para serem transportados.
Choca-me o fato de tirarem a água e a comida das aves, porcos, bois e vacas dois dias antes de serem mortos, para diminuir a imundície na hora do transporte e depois na esteira da morte, quando passaram seus miseráveis dias de vida sendo forçados a comer em demasia e a beber muita água para dar conta do lixo que dão a eles. Na hora da captura e na hora da lâmina cortante, o animal, igualzinho aos humanos em estado de terror, se desfaz em vômitos e diarreias. Se tiver comido normalmente, a montanha de urina, fezes e vômito fará com que os lucros diminuam, porque requererá água para ser limpa e mão-de-obra para o serviço. Então, privar o animal de água e comida é prática em todos os sistemas de produção mecânica de carnes vivas em carnes mortas para consumo humano (vejam o documentário Terráqueos).
Choca-me o transporte abarrotado desses seres sencientes em estado de pânico, a descida na rampa do caminhão até a esteira da morte, a espera na esteira enquanto os companheiros já foram trespassados pelas lâminas, a amputação de pernas, a abertura da pele e do ventre para retirada das vísceras, o sangue escorrendo na câmara, a carcaça pendurada seguindo agora morta para o talho, as pessoas talhando talhando e talhando pedaços de carne (vejam o documentário Carne Osso) como se fossem massa de pão ou cenouras, os pacotes seguindo para os distribuidores, baixando nas gôndolas e milhões de zumbis agarrando-os e colocando-os em seus carrinhos de compra.
Choca-me todo o processo de desmonte do corpo vivo de seres sencientes, até que seja apenas um naco de matéria morta, o processo de tornar ausente o referente (leiam da Carol J. Adams, A política sexual da carne), até que o pedaço de carne no prato não contenha mais nenhuma informação de que o sujeito desse corpo dilacerado em bifes foi um animal inteligente, sensível e consciente, como nós, os que agora comemos seus restos mortais sem piedade.
E choca-me ver que toda gente segue comendo isso com a maior complacência, e se achando moralmente superior ao animal que abocanha. É simplesmente visceral. Não é moral.


Texto da Dra. Sonia T. Felipe.
Filósofa, escritora, pesquisadora, professora, palestrante na empresa UFSC

quarta-feira, 23 de julho de 2014

Fotógrafa clica lindos momentos da convivencia dos seus filhos com os animais.





A fotógrafa Elena Shumilova resolveu registrar e eternizar os momentos de ternura e beleza de seus dois filhos, Vanya, 3 anos e de Yaroslav, 6 anos. São cliques espontaneos onde se sobressai momentos de extrema graça e bom gosto e mostra que a amizade entre crianças e animais pode ir muito além de um simples acaso.
Segundo a mãe dos dois fofos ela os fotografa dessa forma porque é assim que eles vivem o dia a dia. Ela afirma que eles amam os animais e nada mais justo que sejam fotografados com eles.


 
 
 
  
 
 
  

Movimento Altera PL6602/13 - Protocolada carta para o deputado Ricardo Izar.

terça-feira, 22 de julho de 2014

Vejam como ajudar a AMPA contra a matança do boto da amazonia.