segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Após péssima repercussão, deputado que afirma defender os animais, devolve doação da Friboi.

Muito se tem falado ultimamente sobre os oportunistas e paraquedistas que estão surgindo dizendo ser defensores dos animais, já que hoje este é um dos temas que mais tem se destacado nas mídias. Está aí o horário político que não deixa ninguém em dúvida sobre isso....nunca se viu tanto candidato "enforcando o cachorro" nas fotos.
E embora muitos que estão nessa causa há um bom tempo, estejam tentando alertar aos que não tem muita experiência para que não acreditem em tudo que é candidato que diz ser defensor dos animais, a tarefa é bem difícil!!!
Afinal sabemos que estes marqueteiros são bem convincentes, e muitas vezes os candidatos acabam arrebanhando cabos eleitorais dentro da própria proteção animal, que acabam assumindo a tarefa de pedir votos e defende-los custe o que custar!!!
Estamos no Brasil e promessas de cargos, favores e outras "coisinhas" costumam ser moeda de troca nessas épocas de eleição. Ainda bem que hoje quase ninguém mais usa dentaduras!!!


Mas realmente neste fim de semana vivemos algo totalmente inédito na proteção animal, e para nosso espanto, veio a tona uma descoberta que deixou a todos nós literalmente de queixo caído. O candidato a reeleição deputado Ricardo Izar, que é inclusive defendido radicalmente por ativistas que se intitulam vegans, foi flagrado com uma grande doação de campanha do grupo empresarial JBS/Brasil - FRIBOI.
É ou não é para deixar todos perplexos? 


Como todos sabem hoje existe a obrigatoriedade de se publicar todas as doações de campanha que são feitas para os candidatos. Para saber quem são os doadores basta entrar neste link e fazer a pesquisa http://goo.gl/DveSx2 e dessa forma qualquer um pode saber quem é que está patrocinando os ilustríssimos candidatos.

Essa descoberta repercutiu muito mal para o candidato, afinal a FRIBOI é o maior matadouro de animais existente no planeta, e é no mínimo uma imensa incoerência sabermos que o presidente da Frente Parlamentar de Defesa Animal, estava tendo praticamente quase toda sua campanha patrocinada com dinheiro com origem na matança e na crueldade.

Após a péssima repercussão da descoberta de que o deputado estava tendo sua campanha patrocinada com o dinheiro da FRIBOI,  eis que acabamos de saber que ele "constrangido" devolveu a doação de R$200.000,00 http://goo.gl/0SXk84
Obs: não foi citada a devolução dos outros R$50.000,00 da empresa Flora Produtos de Higiene que também pertence ao grupo FRIBOI.
E é impossível um candidato não saber sobre doações para sua campanha conforme é alegado pelo deputado Ricardo Izar. 
Vejam no link abaixo a resolução que determina as normas para a questão:
http://goo.gl/vtOkuS 

Este é documento divulgado por ocasião da devolução da doação da FRIBOI. 

 
Abaixo um dos banners que circulou nas mídias sociais sobre o assunto:


 Nota:
Já citamos aqui em postagem anterior o fato do deputado Ricardo Izar ter levado todos a acreditarem que os testes para cosméticos no Brasil não aconteceriam mais após ele ter conseguido aprovar o PL 6602/13 após acordo com o governo http://goo.gl/5YnPBI 
E embora a oposição a aprovação deste projeto de lei seja muito forte o deputado se recusa a alterá-lo ou retirá-lo da pauta do senado para que não seja aprovado na forma como está.
Há que se prestar muita atenção ao que de fato representam para os políticos a defesa dos animais. O tempo tem provado que na grande maioria eles representam apenas mais um setor da sociedade onde vão buscar votos e apoio.
Todo crime compensa até ser descoberto. 













domingo, 28 de setembro de 2014

Entendam porque os ativistas não impedem que os golfinhos sejam mortos em Taiji.



Muitos que começam a acompanhar a captura e o massacre dos golfinhos e baleias em Taiji-Japão mais cedo ou mais tarde fazem este questionamento: 
Por que os ativistas que estão lá não impedem os japoneses de fazer isso? ou por que não cortam as redes? ou por que não entram na água e usam barcos para impedir que os golfinhos sejam empurrados para a enseada da morte?
Então gostaríamos de sugerir que lessem o texto abaixo, que embora seja um pouco longo, responderá todas essas questões e fará com que todos se tornem mais qualificados para atuar contra essa e outras crueldades que acontecem mundo afora. 
EsquadrãoPet


Os Guardiões da Enseada e a política “gaiatsu” da Sea Shepherd

Os Guardiões da Enseada são homens e mulheres apaixonadamente compassivos, que vêm de todo o mundo, incluindo  o Japão. Eles vêm por conta própria. Estão na enseada antes do sol nascer, e lá continuam após o sol se por. Há Guardiões da Enseada em Taiji todos os dias, entre 1º de setembro e 1º de março de cada ano. Durante seis meses, a cada ano, testemunham um dos massacres mais implacáveis ​​e brutais de mamíferos marinhos do planeta.
Eles estão armados com a arma mais poderosa no mundo: a câmera.
No entanto, é um exercício emocionalmente desgastante a defesa diária de golfinhos.
Os Guardiões da Enseada agem de forma não violenta, dentro dos limites da praticidade e legislação japonesa .
Eles estão lá para lembrar o governo do Japão e os pescadores de Taiji que o mundo está assistindo todos os dias, e continuará a fazê-lo até que o abate obsceno termine.
A Sea Shepherd expôs pela primeira vez este massacre brutal dez anos atrás. Nossas fotos e vídeos deram a volta ao mundo, em outubro de 2003. Foi quando a campanha começou.
Estávamos envolvidos muitos anos antes neste trabalho, para colocar um fim, com êxito, na matança de golfinhos na ilha de Iki, no Japão. Defendemos os golfinhos no Japão desde 1979.
Ric O’Barry era um membro da tripulação da Sea Shepherd em 2003, e membro do Conselho Consultivo da Sea Shepherd. Esse foi o mesmo ano em que dois membros da tripulação da Sea Shepherd cortaram as redes e libertaram 15 golfinhos da Enseada. A libertação dos 15 golfinhos valeu a pena pelo mês de prisão passado por Alex Cornelissen, da Holanda, e Allison Lance, dos Estados Unidos.
Ric discordou do ato de cortar as redes e voltou por conta própria depois disso, porque ele estava preocupado em ser conectado à Sea Shepherd. Ele sentiu que isso tornaria mais difícil sua entrada em Taiji. Isso foi compreensível, e seus esforços foram recompensados ​​com o lançamento do documentário vencedor do Oscar  The Cove, dirigido por Louis Psihoyos.


A Sea Shepherd sempre aplaudiu Ric O’Barry e o Dolphin Project. Os golfinhos de Taiji precisam da ajuda de todos que possam contribuir para acabar com esse massacre impiedoso e sangrento.
A Sea Shepherd decidiu reorganizar, em 2010, os Guardiões da Enseada, para trazer pessoas de todo o mundo para Taiji.
Os Guardiões da Enseada da Sea Shepherd, os Save The Dolphin Japan, Surfers for Cetaceans e o Dolphin Project sempre estiveram unidos pelo objetivo comum de acabar com esta matança. Temos abordagens diferentes, mas temos o mesmo objetivo.
A Sea Shepherd fez um acordo com o Dolphin Project de não boicotar os produtos japoneses, de modo a não alienar o público japonês. A Sea Shepherd partilha com o Dolphin Project a idéia de que a nossa oposição deve ser legal e não violenta .

O que os Guardiões da Enseada estão fazendo em Taiji nunca foi feito antes. Nunca antes os voluntários viajaram por conta própria para participar de uma longa vigília de seis meses, ano após ano.
Admiro e respeito todos que estão envolvidos com a oposição ao massacre em Taiji. Mas a minha admiração pelos voluntários que participam do programa Guardião da Enseada é imensa. Estes homens e mulheres são pessoas comuns, motivadas por um profundo sentimento de compaixão e amor pela natureza e animais. Eles não ganham nada para si mesmos, e sofrem o trauma emocional de testemunhar as atrocidades contra estas criaturas delicadas .
Para os críticos, que dizem que devemos esperar o povo japonês agir, só posso dizer que nos congratulamos com a participação dos cidadãos japoneses, e muitos já participaram, mas o preço que pagam é ter suas famílias perseguidas pela polícia japonesa.
Como um canadense, eu sei que não foi o povo canadense que levou à queda econômica da caça de focas. Foi a pressão externa ao Canadá.
Os governos tendem a prestar mais atenção à pressão externa do que à pressão interna.
Isto é especialmente verdadeiro no Japão.
No Japão, isso é chamado de “gaiatsu”, que significa pressão externa, e que tem sido comprovada pelo trabalho.
Cada mudança na política ambiental iniciada no Japão surgiu por causa da pressão externa. Na organização do programa Guardião da Enseada estudei um artigo escrito por Isao Miyaoka, do Instituto Japonês de Ciências Sociais, intitulado “Pressões estrangeiras e o processo de decisão da política japonesa”*
Essa pressão pode vir de governos ou grupos não governamentais, e pode ser dirigida para o governo japonês, as empresas japonesas ou o público japonês.

” Na década de 1980 e início de 1990, o Japão foi alvo de severas críticas internacionais na área das questões ambientais globais. Em 1992 , em conseqüência disso, o Japão mudou suas políticas de esgotamento de ozônio, tipo de pesca, e as importações de marfim de elefante Africano”. Isao Miyaoka
A Sea Shepherd esteve muito envolvida na pressão ao Japão sobre a pesca de arrasto, de 1987 até 1992, quando as redes de espera foram finalmente proibidas.
O que funciona melhor é uma estratégia combinada de pressão externa e interna, mas de acordo com Miyaoka, o Japão é um Estado reativo quando se trata de questões ambientais. Não houve nenhum caso de uma mudança na política ambiental que iniciou com pressão interna sozinha.
Uma diferença entre a abordagem do Dolphin Project e dos Guardiões da Enseada da Sea Shepherd é que o Dolphin Project favorece a intervenção exclusivamente doméstica, apesar do fato de que o Dolphin Project é liderado por estrangeiros.
A Sea Shepherd favorece a abordagem “gaiatsu”, na medida em que é a pressão externa que vai acabar com a matança de golfinhos.
O Dolphin Project e a Sea Shepherd têm participado em manifestações diante das embaixadas e consulados japoneses.
O Dolphin Project quer mais envolvimento japonês na oposição à matança dos golfinhos. A Sea Shepherd quer isso também, e não se opõe ao envolvimento japonês, na verdade a Sea Shepherd encoraja isso, e cidadãos japoneses estão envolvidos em atividades da Sea Shepherd, tanto em oposição à matança de golfinhos quanto à caça comercial ilegal no Oceano Antártico.
O programa Guardião da Enseada pode trabalhar em cooperação com o Dolphin Project, e a Sea Shepherd gostaria muito de ver esta cooperação contínua. Nós não vemos isso como um conflito, vemos isso como uma oportunidade para unir tanto a pressão interna quanto a pressão externa, para acabar com a matança dos golfinhos.

Os golfinhos também não são de propriedade dos japoneses, e cada pessoa no planeta tem o direito e o dever de falar em seu nome. Compaixão não tem uma raça ou uma cultura. Bondade não tem uma nacionalidade.
Se os Guardiões da Enseada e a Sea Shepherd se retirarem, a matança vai continuar, longe dos olhos e da consciência mundiais. Isso seria um benefício para os pescadores e para o governo do Japão. Não iria beneficiar os golfinhos.
A oposição à matança de golfinhos deve ter a união tanto de influências estrangeiras quanto do envolvimento interno. Os Guardiões da Enseada estão em Taiji para ficar e, embora o Dolphin Project queira que nos retiremos, não podemos e não vamos fazer isso.
É nossa intenção trabalhar em conjunto e apoiar os esforços de todos os grupos que se opõem à matança de golfinhos, e é minha convicção de que, se quisermos ter sucesso, devemos ter uma confederação de compaixão, e devemos sempre pensar em primeiro lugar, e acima de tudo, no bem-estar e na sobrevivência dos golfinhos.
  
Capitão Paul Watson-Fundador da Sea Shepherd




Pressão externa e o processo de decisão política japonesa. Por Isao Miyaoka, do Instituto Japonês de Ciências Sociais (em inglês).







 




sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Slow Lóris - Um bichinho cuja fofurice o colocou em risco de ser extinto do planeta.

Foto: divulgação internet
Muitos devem ter assistido a um vídeo mostrando um bichinho de olhos imensos, com uma carinha super meiguinha e carente, pegando bolotas de arroz com a patinha e colocando na boquinha. Ou então um outro vídeo onde um Loris é acariciado e levanta os bracinhos como se estivesse adorando muito aquilo que estão fazendo com ele. 
Pois bem....foram estes vídeos produzidos por traficantes de silvestres, com o objetivo de despertar a vontade nos que os assistem de ter um bichinho tão fofo, que está levando a espécie a deixar de existir no planeta. 
Ao se transformarem em virais os vídeos fizeram com que os Lóris entrassem para a lista de animais cobiçados para se transformarem em pets, ou seja, foram transformados no sonho de consumo de muita gente.
Além da destruição do seu habitat, o fato de que alguns medicamentos utilizados na medicina tradicional asiática utilizam a espécie está empurrando os Lóris cada vez mais para o risco de extinção.

Foto: Paul Williams/ Creative Commons
O Lóris (Nycticebus sp.) é um mamífero asiático, extremamente adaptado a vida noturna (por isso os olhos imensos), e sua lentidão é uma estratégia para não ser pego por predadores e também para poder capturar suas presas nas florestas, já que assim não faz barulho quando percorre os galhos das árvores.
Ele também possui uma característica que o diferencia.  É o único primata venenoso do mundo. Apenas uma mordida deste lindo bichinho pode matar um homem adulto.

A crueldade por trás do tráfico

Para evitar que o veneno dos Lóris ameace os seus possíveis donos, os traficantes extraem seus dentes a sangue frio, sem nenhum tipo de cuidado ou higiene, o que acaba ocasionando a morte da grande maioria. E os que sobrevivem a essa crueldade,  acabam ficando cegos por serem expostos por seus donos à luz solar excessiva, o que vai completamente contra sua a natureza noturna.

Foto: International Animal Rescue (IAR)/ Creative Commons   
A luta pela preservação da espécie

Em 2012 a pesquisadora Anna Nerkis, da universidade de Oxford,  produziu um documentário chamado Jungle Gremlins of Java mostrando cenas de Lóris em mercados ilegais na Indonésia, onde são vendidos a US$ 25.  Em países onde se tornaram populares como a Russia e Japão seu preço pode chegar a US$ 2500.
A dra. Anna Nerkis também criou o projeto The Little Fireface Project, voltado especialmente à preservação dos Lóris.
Mesmo com as evidencias do mal que os vídeos feitos pelos traficantes vinham causando à espécie, ainda assim haviam rumores de que eles beneficiariam os Lóris pois alguns defendiam que atrairiam a atenção para sua conservação.
Ao fazer uma pesquisa nos comentários postados pelos que assistiam as vídeos a grande maioria era de pessoas afirmando que "eu quero um".
Abaixo o trailer do vídeo Jungle Gremlins of Java.

video

Alguns vídeos foram retirados da internet e com a divulgação das informações de que os dentes dos Lóris são extraídos, que são venenosos e que não são sobrevivem por muito tempo e nem são felizes em cativeiro, a situação começou a mudar. Mas ainda há um longo caminho pela frente na busca da preservação da espécie.

Abaixo um trecho do programa da Nat Geo Wild sobre o tráfico de animais mostrando uma investigação feita em Bangkok cidade onde ocorre a venda dos Lóris. 

video

Nota:
Para aqueles que acham lindo e sonham em adquirir um silvestre para ter em casa, resta apenas torcer para que se conscientizem que sempre existem crueldades por trás do comércio de qualquer espécie, mesmo quando alegam que o animal é procedente de criação legal. Nenhum silvestre deve ser tratado como pet jamais, porque só o fato dele não conviver com seus semelhantes e estar fora do seu habitat já é por si só uma das maiores crueldades que alguém pode praticar contra um ser vivo.
Para isso existem cães e gatos que foram domesticados há milhares de anos e que mesmo assim nós ainda temos dificuldades em conviver com eles, tanto que muitos são maltratados ou abandonados por desenvolverem "problemas" comportamentais. 






quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Chip de plástico pode diminuir drasticamente uso de animais em testes.

Ilustração autor desconhecido
Vanessa Daraya

Um pequeno chip de plástico pode diminuir drasticamente os experimentos feitos em animais. Essa é a ideia da startup Emulate, que planeja investir 12 milhões de dólares para tornar viável a produção de uma tecnologia criada por cientistas da Universidade de Harvard.

A Organs-on-Chips (Órgãos-em-Chips, em tradução livre), desenvolvida no Instituto Wyss, é feita para imitar órgãos humanos. Até agora, os testes foram bem sucedidos na reprodução de pulmão, fígado, intestino, rim e medula óssea. Mas o objetivo é recriar todos os órgãos do corpo.

Os chips são integrados a um sistema com fluidos de células imunológicas. Dessa forma, é possível testar e avaliar os efeitos de novos medicamentos em células específicas e suas consequências no organismo.




Divulgação/Harvards Wyss Institute

O chip de pulmão, por exemplo, tem canais revestidos por paredes formadas por tecido proveniente de um pulmão humano e vasos sanguíneos. Quando é aplicada uma espécie de sucção no local, a parede simula o movimento do órgão durante a respiração. 

A tecnologia não é nova. Os bioengenheiros têm trabalhado nela há cinco anos. Mas a criação da startup para conseguir comercializar os chips é recente. Se der certo, será uma ótima notícia para os animais.

Todos os anos, mais de 100 milhões de sapos, gatos, cães, ratos, camundongos e coelhos são usados ​​em experimentos. E os testes podem não ser tão produtivos quanto o esperado. Como o organismo dos animais é muito diferente dos seres humanos, nem sempre os experimentos têm resultados eficazes.

A Organs-on-Chips pode ajudar a resolver esse problema ao tornar os testes mais eficientes.

Em nota, a Emulate afirma que planeja propiciar uma avaliação mais rápida e precisa das respostas humanas a medicamentos e cosméticos, além de criar novas ferramentas de orientação clínica para terapias personalizadas nos pacientes.


Fonte:
INFO Online 

Abaixo o vídeo que explica como o microchip de plástico simula em um pulmão-on-a-chip uma abordagem in vitro para o rastreio de drogas, imitando os comportamentos mecânicos e bioquímicos complicados de um pulmão humano.
Para maiores informações acessem http://wyss.harvard.edu/viewpage/461/


video



Nota: 
Os avanços estão aí para que os animais sejam poupados de serem utilizados, muitas vezes inutilmente, em testes para cosméticos, medicamentos e em vivissecções. Resta saber se o poderio econômico daqueles que mantém os biotérios para o fornecimento destes seres indefesos vão permitir que o progresso de fato deixe de ser algo que lembra ficção científica para se tornar  realidade nos laboratórios e nas instituições de ensino. Sem pressão dos ativistas pelos animais e de legislações que realmente façam com que essas práticas sejam abandonadas com certeza isso não acontecerá!!! 
Obs:
Porém todo cuidado é pouco já que o assunto hoje rende muito marketing e os políticos oportunistas e marqueteiros tem demonstrado que não são nada confiáveis e que farão de tudo para aparecer como legisladores preocupados com este tema, mas que na verdade estão pensando apenas nos votos que podem conseguir iludindo aqueles que defendem os animais e querem o fim da utilização dos mesmos para os testes. 





terça-feira, 23 de setembro de 2014

Zoológico de Delhi - Indía - Homem entra em jaula de tigre branco e é morto.


Imagem assustadora flagrada pouco antes do ataque
Um homem foi morto, após entrar na jaula de um tigre branco no zoológico da cidade de Delhi, na Indía.
Não se sabe como ele foi parar dentro do recinto da fera, mas segundo testemunhas ele permaneceu vivo ainda uns 10 minutos antes de ser arrastado e morto.
As pessoas que assistiram a cena ainda tentaram fazer com que o tigre o largasse mas mesmo jogando pedras e galhos não tiveram sucesso.
Reparem que o recinto tem até um fosso que aumenta a segurança e mesmo assim ocorreu este incidente, porém alguns especialistas estão alegando que o muro de contenção é baixo e que o rapaz pode ter caído lá dentro.
Todos nós ainda nos lembramos que recentemente aqui no Brasil, no zoológico de Cascavel, Paraná,  um garoto perdeu o braço quando um tigre reagiu a invasão de seu território.


A polícia local esteve no zoológico para periciar a jaula e procurar entender como aconteceu o incidente, mas não soltou nenhuma nota se existe alguma falha na estrutura no recinto do tigre.

Fotos: Jornal Online Mirror

Abaixo o vídeo que as emissoras de TV da Indía estão divulgando



Nota:
Casos como este nos lembra que na Argentina existe o Zoológico de Lujan que permite que todos entrem nas jaulas dos leões e tigres e posem em fotos fazendo bicos e bocas. E apesar das denúncias que vem sendo feitas de que os animais são dopados para ficarem tão sonolentos e não reagirem,  ainda assim brasileiros que viajam para lá, fazem questão de visitar e colaborar com aquele absurdo. 
Lugar de bicho é na natureza e não confinado para ficar exposto sendo explorado por instituições que alegam que atuam educando as crianças para que amem os animais. As crianças devem ser orientadas a lutar para que ter um meio ambiente preservado que proporcione condições dos animais existirem nos seus habitats.