quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Nove cães resgatados em estado de miséria na Inglaterra estarrecem o mundo!!!


Uma matéria publicada pelo jornal Daily Eco  com o título Procura-se o dono estarreceu o mundo ao mostrar uma série de fotos feitas a partir de um resgate de nove cães que foram abandonados em Hampshire/Inglaterra.
As fotos do resgate realmente chocam e nos fazem questionar mais uma vez: como alguém teria coragem de deixar estes animais naquelas condições? e como alguém pode chegar a este ponto de crueldade e insensibilidade?

Os animais estavam em uma situação de maus tratos tão grande que não conseguiam mais se mover devido a enorme quantidade de imundícies aderidas a pele. Levou se pelo menos 3 horas para que cada animal pudesse ser tosado e limpo.
Segundo os Inspetores da RSPCA todos eles são poodles. 
O diretor de bem-estar animal da instituição, Dave Griffiths, afirmou que estão acostumados a resgatar 150 a 200 animais na cidade por ano mas este caso em particular foi excepcional.
Os animais estão sendo tratados por veterinários do Cedar Group em Alresford.
Vejam abaixo a série de fotos mostrando o resgate, a chegada na clínica e o que existia por baixo de toda aquela sujeira e o motivo porque essas fotos deixaram a todos indignados.









Créditos das fotos: Daily Echo
Nota: 
"Se os animais inspiram somente ternura, o que houve, então, com os homens?" Guimarães Rosa


 

 

terça-feira, 20 de janeiro de 2015

CFMV cria diretrizes visando o bem estar dos animais expostos em pet shops e eventos.



Infelizmente vem circulando nas mídias sociais algumas postagens, e até mesmo uma matéria do G1,
com informações que estão levando protetores e Ongs a ficarem preocupados, afinal utilizam gaiolas 
e cercados para contenção dos animais que estão para adoção e muitos estão achando que foram proibidas. 
Não existe nenhuma proibição neste sentido, basta ler a íntegra da resolução 1069/2014 do CFMV http://goo.gl/QKHtaC 
Abaixo nota de esclarecimento do órgão CFMV sobre essa resolução que abrange todo o país.  

CFMV cria diretrizes pelas boas práticas veterinárias em estabelecimentos de exposição e comercialização de animais.

12 de janeiro de 2015 -  Considerando que a exposição, a manutenção, a venda e a doação de animais em estabelecimentos comerciais são práticas comuns no Brasil, o Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV) decidiu estabelecer princípios e normas que garantam a segurança, a saúde e o bem-estar dos animais que estiverem sob o cuidado de pet shops, parques de exposição e feiras agropecuárias, por exemplo. O objetivo é garantir que os serviços sejam prestados de acordo com as boas práticas veterinárias.
Relacionadas também a procedimentos de higiene e estética, as diretrizes deverão ser seguidas pelos médicos veterinários que atuam como responsáveis técnicos nos estabelecimentos que exercem atividades peculiares à Medicina Veterinária.  "A Resolução 1069/2014 vem para padronizar a forma de atuação desses profissionais em todo o país. A partir do próximo dia 15 de janeiro, quando a resolução entrar em vigor, os responsáveis técnicos estarão respaldados por uma norma nacional para que possam orientar os estabelecimentos comerciais de exposição, manutenção, higiene, estética, venda e doação de animais, e exigir deles as adequações necessárias", explica o presidente do CFMV, o médico veterinário Benedito Fortes de Arruda.
Contato restrito com os animais 
De acordo com as novas diretrizes, uma das orientações do médico veterinário deve ser pela restrição do acesso direto da população aos animais disponíveis para comercialização.  "O contato deve acontecer somente nos casos de venda iminente. Essa medida pode evitar, por exemplo, que os animais em exposição sejam infectados por possíveis doenças levadas nas roupas das pessoas", exemplifica Arruda. Segundo o presidente do CFMV, os filhotes submetidos a algum tipo de estresse podem ter sua imunidade comprometida, tornando-os vulneráveis a diversos tipos de doenças. 
Instalações adequadas
Os donos dos estabelecimentos comerciais também devem ter em mente que os animais necessitam de espaço suficiente para se movimentarem. "Há casos em que vários animais são alojados em espaços pequenos, sem cama para deitar nem água suficiente para beber, sem alimentação adequada. É bom lembrar que situações de maus-tratos não são apenas um ato doloso, mas também culposo", esclarece Arruda. 
Ferir, mutilar, cometer atos de abuso e maus-tratos aos animais podem acarretar em detenção de três meses a um ano, além de multa. É o que prevê a Lei de Crimes Ambientais, de nº 9.605/1998.  Por isso, a importância dos médicos veterinários, já que somente eles têm condições técnicas para prestar os devidos esclarecimentos que garantam a saúde e a segurança dos animais. “Em casos de descumprimento da Resolução CFMV 1.069/2014, os profissionais devem comunicar o fato ao Conselho Regional de Medicina Veterinária, que tomará as providências necessárias,” finaliza. 
Imunização
O secretário-geral do CFMV, o médico veterinário Marcello Roza, também aponta outro ponto importante da Resolução 1.069/2014. "De acordo com as novas regras, os responsáveis técnicos deverão assegurar que os animais a serem comercializados estejam vacinados, de acordo com os programas de imunização", afirma.  Segundo ele, muitas vezes, acontece de uma ninhada ser comercializada sem estar vacinada. “Esses são animais muito jovens e, se não estiverem imunizados, podem acabar se contaminando (com algum tipo de doença)”, esclarece. 
Responsabilidade técnica
De acordo com a Resolução 1.069/14, os responsáveis técnicos também devem assegurar:
- que os animais com alteração comportamental decorrente de estresse sejam retirados de exposição;
- os aspectos sanitários dos estabelecimentos, principalmente para evitar a presença de animais com potencial zoonótico ou doenças de fácil transmissão para as espécies envolvidas;
- que não ocorra a venda ou doação de fêmeas gestantes e de animais que tenham sido submetidos a procedimentos proibidos pelo CFMV, como a onicectomia em felinos (cirurgia realizada para arrancar as garras); a conchectomia e a cordectomia em cães (para levantar as orelhas e retirar as cordas vocais, respectivamente); e a caudectomia em cães, cirurgia realizada para cortar a cauda dos animais;
- que as instalações e locais de manutenção de animais sejam livres de excesso de barulho ou qualquer situação que cause estresse a eles;
- que esses locais tenham um plano de evacuação rápida em caso de emergência;
- a inspeção diária obrigatória que garanta a saúde e o bem-estar dos animais.
Publicada hoje no Diário Oficial da União (DOU), a Resolução CFMV 1.069/2014 entrará em vigor daqui a três dias, ou seja, em 15 de janeiro de 2015. A íntegra da resolução já está disponível no Portal do CFMV.
Assessoria de Comunicação do CFMV

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Medo do ebola afasta turistas e prejudica o santuário dos quase extintos rinocerontes brancos.



O CEO Richard Vigne do santuário Ol Peleja Conservancy afirmou recentemente em uma entrevista para o World of Animals que o parque vem sofrendo uma forte queda em sua arrecadação devido a diminuição do número de turistas visitando a África Oriental  por medo do contágio com o ebola.
Apesar do surto da doença estar concentrado na África Ocidental, o Quênia vem sofrendo com a falta de turistas de forma muito acentuada e negativa.
O trabalho da instituição além da conservação dos rinocerontes negros, também consiste em proteger 4 dos últimos 6 rinocerontes brancos do norte existentes no planeta.

Para isso existe uma equipe treinada para dar combate aos caçadores formada cerca de 150 guardas florestais, dos quais 32 são armados.  Eles tem que patrulhar a área de mais de  90.000 hectares de Ol Pejetaarriscando suas vidas para proteger os animais do parque. 
Essas patrulhas começam a trabalhar  no crepúsculo usando a tecnologia GPS e a noite se utilizam de  óculos de visão noturna.  
Câmeras de imagem térmica detectam caçadores, enquanto uma unidade composta por 14 cães treinados para detectar caçadores atua em conjunto com os guardas. 

Foto: Animalanswers.co.uk
Mr Vigne afirma que Ol Pejeta "precisa desesperadamente levantar as doações" para poder continuar a enfrentar a crescente pressão de caça ilegal. 
"Nós não podemos reduzir o tamanho de nossas operações de segurança aos rinocerontes só porque perdemos receita. Isso significa que, atualmente, estamos ficando sem dinheiro muito rapidamente, uma situação que vai ser difícil de sustentar se continuar assim, ao menos que o turismo volte novamente ".
O parque também protege cerca de 100 rinocerontes negros, elefantes e chimpanzés apenas do Quênia.

Para fazer sua doação basta clicar Ol Peleja 
Para saber mais sobre a campanha da World of Animals Save rhinos now! clique aqui

Fonte:
Animalanswers.co.uk 


quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Termo de Lar Temporário - documento visa assegurar direitos e deveres dos envolvidos.



Dar chance a um animal abandonado e retirado das ruas é no mínimo sublime e valoroso.
Os chamados Lares Temporários são opção mais do que bem vinda em um país onde o poder público é omisso na maioria dos nossos municípios, e onde o exército de pequenas formiguinhas é formado por protetores independentes que salvo algumas exceções, fazem um lindo trabalho.
Para quem não sabe Lar Temporário é a chamada "casa de passagem" onde o animal é tratado, alimentado, vacinado, castrado e preparado para adoção em um lar definitivo.

O Lar Temporário surgiu a princípio como forma de voluntariado, muitos ainda o fazem por amor aos animais,  porém acabou se tornando uma relação comercial porque muitos viram nele uma oportunidade de ganhar dinheiro.
Por se tratar hoje de um negócio para a grande maioria, acaba surgindo também uma necessidade de se estabelecer determinadas regras/normas para oficialização vínculo.

Chegou até nós via email um documento que achamos importante disponibilizar e que poderá ajudar a aumentar a segurança de quem oferece ou utiliza o recurso do Lar Temporário para seus protegidos (animais resgatados).
Não somos advogados ok? este documento serve como sugestão e poderá ser inclusive modificado se caso alguém se interesse em fazer isto.

O email que chegou até nós é assinado por este grupo PROJETO ANIMAL É TRI! - MURAL DOS BICHOS RS constando os nomes de suas integrantes Cláudia Cantagalo, Daniela Rios, Iara de Azeredo, Leandra Pinto, Manuela Raupp e Tathi Jaeger. Se quiserem alguma outra informação seguem os links de contato do pessoal.

Contato: animaletri@gmail.com

 
Clicando neste link terão acesso ao documento que tem a possibilidade de ser modificado para constar os dados de quem irá preenche-lo, bastando para isso baixá-lo e salvar em seu computador.
 
Nota:
Resolvemos publicar aqui uma nota da veterinária e também protetora de animais printada de seu facebook, dra. Juliana Ferreira, que exprime muito de nossa forma de pensar e serve de alerta para os que acreditam que todos que se dizem protetores são indicados para abrigar um animal carente.
Muita atenção a quem se escolhe para entregar um sofrido animal de rua. Tenham mais critério porque temos visto casos e mais casos onde eles realmente estariam melhor se continuassem nas ruas. 

 
 
 

 
 
 
 
 
 
 
 
 


segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

Pretende fazer passeio em elefantes na Tailândia? Antes assista este vídeo.


Imagem Pintrest
Não há necessidade de publicarmos aqui novamente um texto muito extenso sobre este tema porque já foi postado em uma matéria anterior http://goo.gl/4qhG5G. Só é incrível que as tais celebridades continuem a incentivar esse tipo de turismo com tanta informação existente hoje nas mídias sociais.
Porém não poderíamos deixar de publicar o vídeo da Ong Proteção Animal Mundial mostrando a dura e cruel realidade a que são submetidos os elefantes utilizados para levar turistas em suas costas pela Tailândia.
Infelizmente o vídeo está em inglês, mas basicamente mostra que os elefantes são capturados ainda filhotes e separados de suas mães. Para serem adestrados são privados de alimentos e de sono durante dias e que como eles não gostam de ficar em pequenos espaços são condicionados a temer bastões com ganchos.
E encerra dizendo que não existe uma outra forma de fazer com que elefantes carreguem humanos nas costas a não ser assim. 
Triste demais não gente? Que tal descobrirmos outras formas de lazer que não seja essa que envolve exploração, crueldade e dor para com os animais?


video